Busca

Pesquisa personalizada

Como jantar com as princesas na Disney

akershus-royal-banquet-hall-gallery03

Esse mês comecei a preparar a primeira viagem para Orlando da minha filha e como a grande maioria das meninas ela é apaixonada pelas princesas da Disney.

Minhas amigas já me deram várias dicas, como marcar o dia de princesa e marcar um jantar com as princesas no castelo da Cinderela.

Comecei a preparar a viagem no início do mês de julho e entrei no site da disney para fazer a reserva dos restaurantes. Para jantar com o Mickey e Cia ou com as princesas, dependendo do restaurante é preciso marcar com uma antecedência de 6 meses. Eu comecei a preparar com uma antecedência de 4 meses.

Bem, não encontrei nenhum horário disponível para café da manha, almoço ou jantar com as princesas. A forma mais fácil de marcar e procurar por dias disponíveis é através do aplicativo da disney “My Disney Experience”

O aplicativo pode ser baixado para o android e para o iphone e ipad. Recomendo o uso do aplicativo por ser bem mais fácil. Pelo site é bem lento. Mas se preferir o site, segue o link.

Dicas importantes:

  • Reservar com 6 meses de antecedência, assim fica mais fácil conseguir o restaurante desejado;
  • Mesmo que não tenha certeza, reserve. Depois você pode cancelar. Mas caso você não cancele, eles cobram 10 dólares por pessoa que não aparecer. Eles decidiram fazer isso porque muitas pessoas reservavam e não apareciam.
  • Tentar todas as opções disponíveis: café da manhã (breakfast), almoço (lunch) ou jantar (dinner);
  • Caso não consiga marcar, não desista. Pois alguém pode cancelar e você consegue pegar a reserva. Isso aconteceu comigo. Eu entrei várias vezes para tentar uma refeição com as princesas e acabei conseguindo um jantar no restaurante Akershus Royal Banquet Hall.
  • Outra dica, é garantir o que tem. Alguns restaurantes são mais fáceis de terem reservas disponíveis. Depois, você pode cancelar quando conseguir o restaurante desejado.

Passo a passo para fazer a reserva pelo aplicativo:

  1. Clicar em My Plans;
  2. Clicar em Add Plans
  3. Clicar em Make a Dining Reservation
  4. Preencher a data, se quer almoço, jantar ou café da manhã, número de pessoas (Party Size), Location e Experience or Cuisine. No Experience or Cuisine, marcar “Character Dining”;
  5. Clicar em search; Depois disso, eles mostram as opções de restaurantes que possuem refeição com os personagens da Disney. Aí é só escolher o horário e colocar as suas informações.

Novos hotéis na Disneyworld

Ando bem sumida porque a minha filhota nasceu prematura e fiquei sem tempo para escrever. Respondi algumas perguntas e agora vou tentar voltar.

Hoje vou falar sobre o novo Resort que está sendo construído na Disneyworld, em Orlando. Eles estão  construindo o Disney’s Art Animation Resort e os temas serão: Procurando Nemo, Rei Leão e Pequena Sereia. Sou super fã do Rei Leão e Procurando Nemo.

O hotel vai ficar perto do Pop Century Resort. Já fiquei nesse hotel, é um dos mais baratos. Esse novo resort também vai ser da categoria “value”que são os mais econômicos da Disneyworld. A novidade é que vão ter quartos para até 6 pessoas com cozinha. Na vez que fui com a família do meu irmão, eles ficaram em um resort de categoria superior porque os “value” não acomodavam 5 pessoas.

As suítes vão ser inauguradas em maio 2012 e os quartos standard em dezembro de 2012. Eles vão começar inaugurando o Procurando Nemo, depois o Rei Leão e finalmente a Pequena Sereia.

Adorei a novidade e quando for com a minha filhota vou ficar no Procurando Nemo!

Dicas do Hawaii – Mauna Kea

Primeiro, um pouco de geografia, para nos situarmos: o Mauna Kea é um dos cinco vulcões existentes na maior ilha do arquipélago do Havaí, conhecida como Big Island.  É o que possui maior altitude (seu pico fica a 4.205 metros do nível do mar). Curiosamente, ele também é a mais alta montanha do mundo, se medida a partir do início de sua formação (e não a partir do nível do mar), possuindo 10.203 metros.  O nome Mauna Kea significa white mountain (montanha branca), uma referência ao seu cume, que, sazonalmente, fica branco devido à neve. Além disso, é possível visitar seu ponto mais alto através de uma estrada, sem necessidade de escalada ou trilhas penosas para chegar lá. É sobre essa visita que falarei a seguir…

Nosso passeio ao Mauna Kea teve início em Kona e durou por volta de 3 horas. Para chegar ao vulcão, partindo de Kona, você deve pegar a estrada HI-190, seguir até a HI-200 ou Saddle Road (ela tem esse nome pela fama de ser uma estrada ruim…realmente, é estreita e bem sinuosa, mas toda asfaltada…aqui no Brasil temos estradas muito piores…). A Saddle Road é a freeway que cruza a ilha, atravessando um verdadeiro deserto e chegando até as proximidades de Hilo. Bem no meio da estrada, em pleno planalto, seco e árido, sem muitos sinais de vida à sua volta, fica a entrada para a subida do Mauna Kea.

Uma vez que você chega nesse ponto do trajeto, é só desviar e entrar na estrada que subirá até o cume do vulcão (Mauna Kea Access Road). Após dirigir por volta de 10km, em uma subida relativamente íngrime, você chega no centro de informações Onizuka. Lá você pode conhecer um pouco mais da história e da geografia da montanha, além de obter informações dos estudos astronômicos realizados na área. Caso você continue sua viagem até o cume, eles recomendam que você fique 30 minutos nesse local, para aclimatação em relação à altitude. Pessoalmente, acho que isso é importante. Esse centro de informações fica a cerca de 3.000 metros de altitude (pouco, se comparado aos 4.205 do cume). Recomendam também que você tenha um carro 4×4 (aliás, isso é obrigatório, mas não encontramos ninguém para fiscalizar). Uma observação: existem algumas restrições de horário de visita (podem ser encontradas em http://www.ifa.hawaii.edu/mko/visiting.htm).

A partir daí começa de verdade a subida até o ponto mais alto da montanha. São pouco mais de 13km, sendo 3 deles em estrada asfaltada e o restante em terra batida e pedras. É uma experiência inesquecível, principalmente para quem está dirigindo. Com um visual amplo, formando vistas de tirar o fôlego, a estrada contorna a montanha, rumo ao cume. O percurso é formado por um zigue-zague íngrime, constante, sem proteção alguma dos lados e muitas vezes sem espaço para dois carros passarem. Estávamos num Jipe 4×4. A velocidade média é de 10 ou 15 milhas por hora, em primeira marcha e às vezes segunda. Recomendo fortemente a tração nas quatro rodas, principalmente no inverno.

Após uma longa meia hora, você chega em um platô bem extenso, recheado de instalações redondas e antenas gigantes. São os observatórios espaciais (ao todo são 12, de vários países). Nesse ponto, a estrada volta a ser asfaltada.

Subindo mais um pouco, chegamos finalmente ao cume, onde há pouco espaço para estacionar o carro. Além do frio intenso, o vento estava muito forte lá em cima, a ponto de termos que nos equilibrar para não cair. Ficamos por volta de 5 minutos. Os efeitos da altitude são realmente perceptíveis. Tivemos uma sensação de enjôo e tontura. A vista é impressionante, mesmo com o dia nublado. Na verdade, você acaba vendo as nuvens de cima. O que dizem é que quando o dia está limpo, você tem a visão de toda uma parte da ilha, até o mar. Não tivemos essa sorte. Mesmo assim valeu muito a pena. Tiramos algumas fotos e iniciamos o caminho de volta.

A descida demora praticamente o mesmo tempo que a subida, pois, devido às condições da pista, a velocidade é muito reduzida. Além disso, indo para baixo, a estrada parece ainda mais perigosa, pois você a todo tempo encara de frente os amplos vales que acompanham o percurso.

Chegamos de volta à Saddle Road e daí partimos para Hilo, pegando a estrada para a esquerda (sentido leste) na saída da Mauna Kea Access Road. Foi realmente um passeio memorável. O visual durante a subida final é muito marcante. Algumas pessoas realizam a subida do pico no fim de tarde, para ver o pôr-do-sol. Não foi o nosso caso. Quem já viu o entardecer do alto, diz que é magnífico. Enfim, essa será mais uma atração que provalmente faremos se um dia voltarmos ao Mauna Kea.

 

Dicas do Hawaii – Vulcão Kilauea

Estou devendo vários posts das últimas viagens que eu fiz e aproveitando que hoje o vulcão Kilauea, localizado na Big Island, está cuspindo lava a 20 metros de altura e várias crateras entraram em erupção, eu vou contar como foi um dos passeios que eu fiz nessa ilha.

Quando fui ao Hawaii, me hospedei em um hotel em Oahu e peguei um avião de Oahu até Big Island só para ver a lava do vulcão Kilauea. O primeiro passo desse passeio, é passar primeiro no Parque dos Vulcões e pegar o informativo sobre os caminhos que a lava está fazendo no dia. Nesse parque vale muito a pena você ver a cratera a noite por causa do efeito da lava. Nós não ficamos porque queríamos ir ver a lava em movimento. Infelizmente só tinha uma noite nessa ilha.

Depois de pegarmos o informativo, colocamos o endereço do local que a lava estava passando no GPS e partimos. Quando chegamos no local, existiam nativos controlando a entrada. Como já estava escurecendo, eles não deixavam você entrar sem lanternas e nós não havíamos levado a nossa. Tívemos que comprar uma. O preço? US$ 10 por uma lanterninha muito da ordinária. Entramos no local e fomos andando por um caminho. Chega uma parte do caminho que não deixam mais você andar. E você fica vendo muito ao longe um vermelhinho. Fizemos perguntas e nos informaram que a propriedade é particular e que não poderíamos passar daquele ponto. Mas no caminho, existem guias oferecendo os seus serviços com garantia de ver a lava de pertinho. Fiquei decepcionada ali, achei que ia ver a lava.

Voltamos e paramos em uma barraca para ver contratar o serviço de um guia. Serviço contratado, partimos de carro atrás do carro do guia até chegarmos em um local com algumas barracas. Uma dessas barracas era a do nosso guia. Parecia uma mini feira. O guia deu uma lanterna para cada pessoa e uma garrafa de água. Ah, antes de fazer esse passeio você tem que assinar um papel dizendo que você está ciente dos riscos e que não pode culpar a “empresa” caso algo aconteça. Ou seja, você vende a sua alma.

Às 19:30 partimos com um grupo de 12 pessoas para um lugar totalmente escuro. Esse lugar é totalmente devastado pela lava. Você pisa em lava endurecida e no meio do caminho dava para sentir o calor saindo do chão. Segundo o guia que nos levou, a lava tinha passado pelo local a 4 dias. Fiquei me perguntando se a lava poderia passar no exato momento em que nós estávamos passando? Tem coisas que é melhor nem saber. No início fiquei com um pouco de medo, mas foi uma experiência incrível.  O chão é todo irregular, dividido, igual a terremoto e ás vezes você tem que pular para passar por um buraco. Depois vocês e acostuma e fica fácil.

Depois de 1h e 30 minutos no breu andando na lava e até no meio de uma mata que tinha porcos selvagens (Não vi nenhum, mas senti o cheiro das fezes), nós chegamos no local que dava para ver muito de perto a lava caindo no mar. O céu estava sem nuvens e como não existia iluminação naquela área, dava para ver uma quantidade absurda de estrelas. A lava não estava saindo com muita pressão, mas dava para ver o vermelho caindo no mar e ouvir o barulho que fazia da lava quente em contato com a água do mar. Demos sorte também de o vento não estar na nossa direção. Assim, não tivemos que nos preocupar com o calor. Um amigo nosso que foi disse que é ruim quando bate o vento e traz o calor da lava para o seu rosto.

Resumindo: foi sensacional todo mundo sentado no escuro vendo a lava com o céu totalmente coberto por estrelas. Nunca vi tanta estrela na minha vida. Ah, e a lua ficou bem do lado da lava escorrendo no mar. No total, foram umas 4 horas de passeio.
Related Posts with Thumbnails
Página 1 de 4512345...Última »